segunda-feira, 6 de agosto de 2007

CHACRINHA

Em Copacabana, logo ao lado da estação de metrô Cardeal Arcoverde*, há um posto de gasolina, na sua esquerda uma cancela, para que entrem somente os carros de moradores daquela pequena rua, garantindo a tranqüilidade e segurança do local.


Ao final da pequena e charmosa rua, uma reserva florestal, a Chacrinha, não vou me deter aos nomes oficiais dos locais, pois com nome oficial você não acha nada no Rio!





A Chacrinha é simples, modesta tem micos pelas árvores, passarinhos, árvores, pracinha e muitas ruínas de uma Copacabana que não existe mais. É notório que o parque precisa de reparos, principalmente na sinalização da Trilha Histórico-natural que está com todas suas placas rasgadas.

Aliás, a idéia de sinalizar uma trilha, aberta, ao ar livre, com lona não foi nada inteligente, o ideal seria uma sinalização em placas de metal (alumínio ou algum com tratamento antiferrugem) e impresso em laser.


É proibido alimentar os animais viu? Se você alimenta, eles não caçam, se não caçam comida o que eles fazem? Procriam e fazem bagunça nos ninhos dos passarinhos. Sério, é isso mesmo. Além de que o povo acha que bolachinha e salgadinho pode fazer bem pros macacos (não fazem bem nem pra gente!).




Na Chacrinha, estão as ruínas da que seria a primeira casa de um civil que morou em Copacabana, um pescador, numa longíqua época onde só viviam militares na praia dos Fortes, que protegiam o Brasil de uma possível invasão pela baía de Guanabara. Além de várias outras ruínas e espaços pra quem gosta de curtir a natureza e bisbilhotar o passado. A entrada é gratuita, de terça a domingo, das 9h às 17h.


A estação Cardeal Arcoverde fica bem na altura do Copacabana Palace, mas na Aveninda Barata Ribeiro (diga apenas Barata se for perguntar pra algum carioca na rua hehehehe). A Barata é 2 avenidas pra dentro, paralela à Avenida Atlântica. Se não se achou ainda, te joga de paraquedas no GoogleEarth!

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